06/03/2020 - Ping-Pong com Ingrid Silva - Saiba algumas curiosidades sobre a vida da bailarina


O trabalho de Ingrid Silva vai além de suas performances no Dance Theatre of Harlem. Nos últimos anos ela teve como missão promover uma maior diversidade na dança. Para isso,  participa de atividades comunitárias e fundou a EmpowHer NY, uma plataforma colaborativa criada para compartilhar histórias e dar voz a mulheres que são determinadas a alcançar seus objetivos. A ideia do projeto é criar um ambiente seguro para mulheres discutirem suas experiências, dificuldades e realizações sem julgamento, enquanto sendo incentivadas pela sororidade e o diálogo.

 "Nunca me senti representada quando era mais nova - não via ninguém que se parecesse comigo no balé no Brasil", diz Silva. "Agora percebo o quão importante essa representação é para moldar o futuro desta geração mais jovem".

Incrível, né? Você pode acessar o instagram para saber mais sobre essa iniciativa maravilhosa: @empowher_ny :)

Agora vamos conhecer um pouquinho mais sobre a nossa musa do Ballet? 

Seus rituais pré-show:

"Normalmente rezo e tento me conectar com a natureza, sentando-me ao sol. Também adoro ouvir Beyoncé e Alicia Keys".

Por que ela criou a EmpowHer NY:

"Meu objetivo é que este projeto se torne uma das maiores plataformas de rede para mulheres do mundo. A idéia é criar um ambiente seguro para as mulheres discutirem suas experiências, dificuldades e realizações sem julgamento".

Como é ser uma referência para o mundo:

"É uma grande responsabilidade. Mas os jovens dançarinos precisam se ver em empresas como o Dance Theatre of Harlem. Isso os prepara para sua própria jornada".

Papéis favoritos:

"Até agora, é Julieta. Fiz uma festa de gala no Brasil com Thiago Soares. Foi um processo intenso com tantos detalhes e me ensinou muito. Mas o papel dos meus sonhos é Kitri".

Atualmente ouvindo:

"H.E.R. Eu sinto que as músicas dela falam comigo."

Rotina fora do dia-a-dia:

"Adoro piqueniques no Central Park com minha família e levar minha cadela, Frida, para brincar com nosso grupo de buldogue francês".

Suas raízes brasileiras:

"Eu vou para casa todos os anos, às vezes para trabalhar em projetos de dança. Mas adoro visitar minha família e rever meus amigos de infância. Sempre vou à praia, e aproveito a comida da minha mãe e da minha avó é a melhor. "

O que diria para as companhias de ballet:

"Existem muitas bailarinas talentosas. Cabe às empresas lhes dar oportunidades - elas podem mudar a aparência do mundo da dança".

Gostou? 

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Fonte: dancemagazine.com


 

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