08/10/2020 - Estreia e temporada "SE JOGA 180X260" com Núcleo Ximbra


O ESPETÁCULO;

Este espetáculo foi realizado durante o surto da pandemia Covid19, com o apoio da 27ª edição do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

As (os) integrantes do Núcleo Ximbra se debruçaram nas experiências vividas dentro de seus territórios durante a pandemia, onde criaram as narrativas de como é ser uma (um) artista periférice em suas casas.

Os metros quadrados ali dados são as respostas das angústias corporais de cada uma (um) e o espetáculo faz uma releitura de uma obra do grupo chamada SE JOGA (2018) realizada nos becos da Rua Urutu.

Para este trabalho apresenta-se uma nova versão, agora online, tratando outras perspectivas e narrativas periféricas com trilha composta por Denis Lima, a narrativa e texto de Uma Luiza, direção de fotografia de Daniel Carvalho e olhar atento na edição por Gerson Cardoso.

SE JOGA 180x260 é um espetáculo para ser visto de vários ângulos, e nós perguntamos: em que ângulos vocês estão?

Assista ao teaser: https://youtu.be/eEhRnIGqpiQ    

Foto: Divulgação

FICHA TÉCNICA

Direção, concepção e roteiro: Edson Lima   
Interpretes Criadores (as): Edi Oliveira, Edson lima, Joyci Morgado, Lucilene Santos, Lion Santos e Uma Luiza
Artistas residentes e intérpretes criadores (as): Gustavo Oliveira e Thais Menutolle.
Aulas capoeira angola: Mestre Pedro peu
Roteiro capítulos: Uma Luiza
Direção de fotografia: Daniel Carvalho
Edição de vídeo: Gerson Cardoso
Trilha sonora: Denis Lima
Figurino: Laís da Lama
Social media: Joelma Souza
Arte gráfica: Uma Luiza
Produção: Wemerson Nunes
Assistente de Produção: Mara Carvalho

Sobre o Núcleo Ximbra

O NÚCLEO XIMBRA é um grupo de artes integradas. Atualmente abordando em suas principais linguagens as danças - urbanas e contemporâneas; trabalhos circenses direcionados aos estudos dos movimentos acrobáticos; a música ao vivo e o corpo percussivo; e performances em espaços abertos. Fundado em 2011 na Zona Leste de São Paulo, desenvolve seu trabalho, sobretudo, nas periferias.  Acompanhe: #memoriasmarginais

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