05/03/2021 - 5 b-girls que você precisa conhecer


Se você está vivendo em pleno século XXI dividindo o mundo entre "masculino" e "feminino", já passou da hora de rever seus conceitos. Um bom jeito de começar é conhecendo algumas mulheres que desafiaram o status quo e se tornaram grandes nomes do breaking, um estilo tradicionalmente dominado pelos homens. 

Listamos cinco b-girls de cinco países nas quais vale a pena ficar de olho, entre elas a japonesa Ayumi, que entra para história este ano como a primeira mulher a participar da grande final mundial do Red Bull BC One – acompanhe ao vivo na Red Bull TV, no dia 04 de novembro, a partir das 18h (horário de Brasília).

Miwa (Brasil)

Dançarina profissional desde 1999, a hoje diretora do grupo de breaking feminino Bonnitas Crew foi uma das primeiras b-girls brasileiras a ganhar reconhecimento no exterior. Campeã das competições “Sudaka 2007” (Chile), “El Rey del Seven 2 Smoke 2009” (Venezuela) e “KB Battle Original Flavor 2013” (Israel), Miwa também levou pra casa o terceiro lugar na “Eurobattle 2008” (Portugal) e o vice-campeonato na competição de trio de b-girls “UK Bboy Championships 2010” (Inglaterra). Como produtora, realizou o primeiro festival feminino de hip hop “FNMH2 Festival” (São Paulo, 2013 e 2014) e é responsável pelo “Elas por Elas” (2012), primeiro documentário brasileiro sobre mulheres no hip hop.

Roxy (Inglaterra)

Ex-campeã de trampolim, a inglesa Roxanne Milliner só foi entrar para o mundo do breaking depois de terminar o colégio e jamais imaginou que chegaria tão longe em um mundo dominado por homens. Além de viajar pelo mundo competindo, a b-girl de apenas 1.56m de altura entrou para o Guinness Book quando fez 71 giros de cabeça em 60 segundos (!!!). Primeira mulher a competir na final mundial do R16, Roxy se apresentou nas Olímpiadas de Pequim e já apareceu em diversos programas de TV e comerciais. Atualmente, é integrante dos grupos Plague e Heartbreakerz.

Ayumi (Japão)

Ayumi Fukushima começou a dançar break em 2004, quando tinha 21 anos, inspirada por sua irmã mais velha, a também b-girl Narumi. Nascida em Quioto, no Japão, Ayumi faz parte da equipe Body Carnival é considerada hoje uma das melhores breakers do mundo – considerando tanto homens quanto mulheres e competições solo e em grupo. Ela já venceu um monte de batalhas durante sua carreira, graças a seu estilo cheio de movimentos inesperados. Em 2017, Ayumi entra definitivamente para a história como a primeira b-girl a competir na final mundial do Red Bull BC One.

Shorty (EUA)

Alex Welch (ou “BGirl Shorty”, ou simplesmente “Shorty”) nasceu em 1989 em Orlando (EUA). Apesar de ser filha de dançarinos profissionais, foi um movimento de giro de cabeça em um clipe da Christina Aguilera que fez Alex se interessar pela dança. Hoje ela faz parte da equipe Beat Freaks (com quem ficou em segundo lugar na competição “America's Best Dance Crew”, da MTV) e, graças às suas incríveis habilidades, já participou de diversos filmes – como “As Apimentadas: Tudo ou Nada” (que conta com Rihanna e Solange Knowles no elenco) – e dançou em shows de de Britney Spears, Demi Lovato, Pink, Miley Cyrus e Justin Bieber, entre outros.

Jilou (Alemanha)

A alemã Sanja Rasul, mais conhecida como Jilou, dança desde os 13 anos e hoje, aos 24 anos de idade, já possui fama internacional como break dancer. A b-girl ficou conhecida ao participar do programa de televisão alemão “Got To Dance”, mais um feito em um currículo impressionante, lotado de comerciais da indústria do entretenimento. Integrante das equipes de breaking Nin10do e Jimakeno, Jilou segue sendo destaque em diversas competições pelo mundo e se prepara para lançar uma nova série de TV.

Fonte: redbull.com

 

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