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12/05/2022 - São Paulo Companhia de Dança abre Temporada 2022 com estreias inspiradas pelo modernismo e O Lago dos Cisnes


São Paulo Companhia de Dança (SPCD), corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança, dá início à primeira parte de sua Temporada 2022, intitulada Cor do Arco-Íris. Entre os meses de maio e junho, a Companhia sobe ao palco do Theatro São Pedro – que receberá espetáculos inspirados pela celebração do centenário da Semana de Arte Moderna de 2022 – e no Teatro Sérgio Cardoso – tradicional casa das temporadas da SPCD – para apresentar três programas distintos com duas obras inéditas.                                   

As primeiras apresentações acontecem de 26 a 29 de maio no Theatro São Pedro, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerido pela Santa Marcelina Cultura. Os espetáculos contam com a participação da Orquestra do Theatro São Pedro e da Orquestra Jovem do Theatro São Pedro sob a regência do maestro Claudio Cruz. Na ocasião, a SPCD estreia Di, primeira criação para a Companhia de Miriam Druwe, coreógrafa tarimbada em transpor a linguagem das artes visuais para a dança. Sua movimentação dialoga com os traços do pintor Di Cavalcanti (1897-1976) – refletidos no cenário, nos figurinos e na própria dança –, além do modernismo na música do compositor Heitor Villa-Lobos (1887-1959). A obra evoca telas de Di cedidas gentilmente por Elisabeth Di Cavalcanti para esta criação. O lirismo também faz parte de Madrugada (2021), assinada por Antonio Gomes a partir das Valsas de Esquina de Francisco Mignone arranjada especialmente para orquestra por Rubens Ricciardi. Após uma estreia virtual no ano passado, a obra será apresentada pela primeira vez, presencialmente, ao público de São Paulo.

Na semana seguinte, de 2 a 5 de junho, o Theatro São Pedro sedia a estreia de Desassossegos, nova criação de Henrique Rodovalho, coreógrafo residente da SPCD desde 2020. A obra celebra os 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922 ao reinterpretar, no século XXI, as inquietações deixadas pelos modernistas a partir de um elenco só de mulheres, vestidas com figurinos de Fabio Namatame inspirados nos desenhos de Flávio de Carvalho (1899-1973) para A Cangaceira, espetáculo do antológico Balé do IV Centenário. O espetáculo, que conta também com participação da Orquestra do Theatro São Pedro, solos de Renan Gonçalves no violino e direção musical e Ricardo Ballestero, segue com Infinitos Traçados (2021), desenvolvida a partir de olhares múltiplos, com coreografias de Esdras Hernández Villar, Jonathan dos Santos e Monica Proença, concepção e direção cênica de William Pereira e direção de dança de Inês Bogéa.

Ballestero destaca que o espetáculo foi concebido a partir de uma ideia de comunhão com um pouco da música dos nossos vizinhos sul-americanos. “Pensei no programa em torno de duas obras: a Fantasia Concertante, de Heitor Villa-Lobos e o Quarteto nº 1 para quarteto de cordas, de Alberto Ginastera. As outras decorrem da instrumentação dessas peças mais densas, trazendo diálogos, reflexos, contrastes e movimentos”, afirma.

Entre os dias 9 e 12 de junho, a Companhia desembarca no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerido pela Amigos da Arte. É por lá que acontece o encantamento do público com o balé O Lago dos Cisnes (2018), uma criação de Mario Galizzi para a SPCD a partir do original de Marius Petipa e Lev Ivanov. Pensada sob medida para os artistas da Companhia, a coreografia de Galizzi dialoga com a tradição e se renova nas relações dos personagens, no detalhe das pantomimas e nos desenhos das cenas, em sintonia fina com a música emblemática de Tchaikovsky. Em 2018, esta versão foi eleita como o segundo melhor espetáculo de dança do ano pelo Guia da Folha de S.Paulo (voto do público e do júri) e também recebeu o Prêmio APCA – Prêmio Técnico para o trabalho de Vivien Buckup como professora de dramaturgia da obra.

Uma hora antes dos espetáculos, o público interessado em se aprofundar nas histórias e nos bastidores das criações poderá conversar com a diretora da Companhia, Inês Bogéa, que fará palestras gratuitas sobre o programa de cada noite. A Temporada apresentará ainda Espetáculos para Estudantes e Idosos, que acontecem nos dias 25/5 e 1º/6, no Theatro São Pedro, e no dia 10/6, no Teatro Sérgio Cardoso, sempre às 15h. A entrada é gratuita mediante inscrição prévia no site spcd.com.br/educativo/inscricoes.

Os ingressos para as apresentações já estão à venda diretamente em theatrosaopedro.byinti.com e site.bileto.sympla.com.br/teatrosergiocardoso. No Theatro São Pedro, os valores saem a R$ 30,00 (inteira). No Teatro Sérgio Cardoso, os ingressos podem ser adquiridos a partir de R$ 45,00 (balcão/inteira). Para acessar as apresentações, o público precisa apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19.

“Queremos que a dança da São Paulo possa fazer cada um colorir seu ano com mais intensidade, movimento e diversidade. As obras que serão apresentadas despertam sensações que refletem sobre nossa humanidade e o desejo de nos conectarmos uns com os outros, especialmente após os últimos anos”, afirma Inês Bogéa, diretora artística da São Paulo Companhia de Dança.

"A São Paulo Companhia de Dança se tornou uma parceria fundamental do Teatro Sérgio Cardoso nos últimos anos e é um prazer imenso contar mais uma vez com uma temporada deste grupo, um dos mais representativos da dança nacional, no nosso palco", diz Danielle Nigromonte, diretora da Amigos da Arte, gestora do Teatro Sérgio Cardoso.

Em 2022, a São Paulo Companhia de Dança se apresenta ainda no Teatro Alfa, nos dias 27 e 28 de agosto, com novas criações de Stephen Shropshire, Gal Martins e reencenação de Odisseia, de Joëlle Bouvier; entre 15 e 18 de setembro, na Sala São Paulo, com participação ao vivo da Osesp e reapresentação de Di, de Miriam Druwe, além da estreia de uma nova criação de Juliano Nunes para a Bachiana Brasileira nº 8, de Villa-Lobos; e de 1º a 11 de dezembro, no Teatro Sérgio Cardoso, com a estreia de O Quebra-Nozes, em uma nova releitura pelas mãos de Márcia Haydée.

A Temporada 2022 da SPCD é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, com Patrocínio Prata de Itaú e Eurofarma, Copatrocínio de Deloitte e Sodexo, apoio de CPF e realização da Associação Pró-Dança, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal.

Foto: Cena de Madrugada, de Antonio Gomes │ Foto: Charles Lima

SERVIÇO
São Paulo Companhia de Dança e Orquestra do Theatro São Pedro
Local: Theatro São Pedro

Rua Barra Funda, 161 – Barra Funda – São Paulo/SP
Horários: Quinta-feira, sexta-feira e sábado, às 20h | domingo, às 17h
Capacidade física: 636 lugares
Acessibilidade: Sim
Preço: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia), à venda no site theatrosaopedro.byinti.com 

Programa 1
Repertório
: Estreia de Di, de Miriam Druwe | Madrugada, de Antonio Gomes
São Paulo Companhia de Dança
Inês Bogéa, direção artística
Orquestra do Theatro São Pedro
Orquestra Jovem do Theatro São Pedro
Claudio Cruz, direção musical
Classificação: Livre | Duração: 1h
Datas: 26 a 29 de maio de 2022

Programa 2
Repertório
: Estreia de Desassossegos, de Henrique Rodovalho | Infinitos Traçados, com coreografia de Esdras Hernández Villar, Jonathan dos Santos e Monica Proença
São Paulo Companhia de Dança
Inês Bogéa, direção artística
Orquestra do Theatro São Pedro
Renan Gonçalves, violino (Desassossegos)
Classificação: Livre | Duração: 1h
Datas: 2 a 5 de junho de 2022

São Paulo Companhia de Dança no Teatro SérgioCardoso
Programa: 
O Lago dos Cisnes, de Mario Galizzi
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista – São Paulo/SP
Datas: 9 a 12 de junho de 2022
Horários: Quinta e sexta, às 20h | Sábado, às 16h e 20h | Domingo, às 17h
Capacidade física: 827 lugares
Acessibilidade: Sim
Classificação: Livre | Duração: 2h30
Preço: R$ 70,00 (plateia central) | R$ 60,00 (plateia lateral) | R$ 45,00 (balcão), à venda no site https://site.bileto.sympla.com.br/teatrosergiocardoso/

Ficha Técnica das obras por ordem de apresentação

 Di (ESTREIA - 2022)
Coreografia: Miriam Druwe
Música: Choro nº 6, de Heitor Villa-Lobos (1887-1959), interpretada ao vivo pela Orquestra do Theatro São Pedro sob regência musical do maestro Claudio Cruz
Cenografia e Figurino: Fábio Namatame, inspirado em obras de Di Cavalcanti (1897-1976) cedidas gentilmente por Elisabeth Di Cavalcanti para esta criação
Iluminação: Wagner Freire

Madrugada (2021)
Coreografia: Antonio Gomes
Música: Valsas de Esquina, de Francisco Mignone (1897-1986), com orquestração de Rubens Ricciardi interpretada ao vivo pela Orquestra do Theatro São Pedro sob regência musical do maestro Claudio Cruz
Figurino: Fábio Namatame
Iluminação: Wagner Freire

Desassossegos (ESTREIA - 2022)
Coreografia e Iluminação: Henrique Rodovalho
Música: Mystery Sonatas, de David Lang (JoyAfter SorrowAfter Joy), interpretada pelo violinista Renan Gonçalves
Figurino: Fábio Namatame, inspirado nos desenhos e esboços de A Cangaceira, de Flávio de Carvalho (1899-1973), cedidos gentilmente pelo Museu de Arte Contemporânea MAC-USP, dirigido por Ana Magalhães

Infinitos Traçados (2021)
Direção artístico-pedagógica da Santa Marcelina Cultura: Paulo Zuben
Gestor artístico da Santa Marcelina Cultura: Ricardo Appezzato
Direção artística e educacional da São Paulo Companhia de Dança: Inês Bogéa
Concepção e Direção Cênica: William Pereira
Direção Musical: Ricardo Ballestero
Direção de Dança: Inês Bogéa
Música: Heitor Villa-Lobos (1887-1959), Camargo Guarnieri (1907-1993), Alberto Ginastera (1916-1983), Miguel del Águila
Coreografia: Monica Proença, Jonathan dos Santos e Esdras Hernández Villar
Iluminação: Caetano Vilela
Figurino: Balletto (mulheres) e Acervo SPCD (homens)

Apresentações no Teatro Sérgio Cardoso

 O Lago dos Cisnes (2018)
Coreografia: Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901)
Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) com partitura revisada por Riccardo Drigo (1846-1930)
Iluminação: Wagner Freire
Cenografia: Marco Lima
Figurino: Fábio Namatame| 1ª e 3ª cenas, todos | 2ª cenas, homens Tânia Agra | 2ª e 4ª cenas, tutus e bruxo | 3ª cena, Odille
Adereços: Robson Rui (Bestas) | Américo Corrêa (Machados, Trompetas e Cetro)
Assistente de coreografia: Sabrina Streiff
Assistente de cenografia: César Bento
Visagismo: Augusto Sargo
Professora de Dramaturgia: Vivien Buckup

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA

Direção Artística | Inês Bogéa

Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança (SPCD) é um corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo é uma Companhia de repertório, ou seja, realiza montagens de excelência artística, que incluem trabalhos dos séculos XIX, XX e XXI de grandes peças clássicas e modernas a obras contemporâneas, especialmente criadas por coreógrafos nacionais e internacionais. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. A SPCD apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada, tendo recebido cerca de 40 premiações e indicações nacionais e internacionais. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 865 mil pessoas em 18 diferentes países, passando por cerca de 150 cidades em mais de 1.060 apresentações e acumulando mais de 40 prêmios nacionais e internacionais. Por meio do selo #SPCDdigital, criado em 2020, realizou mais de 40 espetáculos virtuais e transmissões de apresentações que somam quase um milhão visualizações. Além da Difusão e Circulação de Espetáculos, a SPCD tem mais duas vertentes de ação: os Programas Educativos e de Sensibilização de Plateia e Registro e Memória da Dança.

INÊS BOGÉA - Direção Artística | É doutora em Artes (Unicamp, 2007), bailarina, documentarista, escritora, professora nos cursos de especialização Arte na Educação: Teoria e Prática da Universidade de São Paulo (USP) e Pós-Graduação em Linguagem e Poética da Dança: Documentário, Memória e Dança da Universidade Regional de Blumenau (FURB) em parceria com a Fundação Fritz Muller (FFM). É autora do “Por Dentro da Dança” com a São Paulo Companhia de Dança na Rádio CBN. De 1989 a 2001, foi bailarina do Grupo Corpo (Belo Horizonte). Foi crítica de dança da Folha de S. Paulo de 2001 a 2007 e integrou o júri técnico/crítico do quadro Dança dos Famosos do programa Domingão do Faustão/TV Globo de 2016 a 2021. É autora de diversos livros infantis e organizadora de vários livros. Na área de arte-educação foi consultora da Escola de Teatro e Dança Fafi (2003-2004) e consultora do Programa Fábricas de Cultura da Secretaria de Cultura do Estado (2007-2008). É autora de mais de quarenta documentários sobre dança. Desde 2022 é também diretora artística e educacional da São Paulo Escola de Dança, mais novo equipamento cultural do Governo do Estado de São Paulo.

 SANTA MARCELINA CULTURA

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa que atua com a missão de formar pessoas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do Guri na Capital e região Metropolitana de São Paulo, da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim), do Theatro São Pedro e do Projeto Guri no Interior, Litoral e Fundação Casa. O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. No Theatro São Pedro, a Santa Marcelina Cultura desenvolve um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri Capital e Grande São Paulo, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.

THEATRO SÃO PEDRO

Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola, de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país. Agora o Theatro São Pedro inicia uma nova fase, respeitando sua própria história e atento aos novos desafios da arte, da cultura e da sociedade.

PAULO ZUBEN - Direção Artístico-Pedagógica | Paulo Zuben é doutor em Musicologia (2009) pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA – USP) e mestre em Comunicação e Semiótica (2003) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP). Possui graduação em Música (2000), com Bacharelado em Composição pela Faculdade Santa Marcelina (FASM), e graduação em Administração de Empresas (1991) pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Foi Bolsista da FAPESP nos anos de 1997-99 e 2001-03. Atualmente, é o diretor artístico-pedagógico da Santa Marcelina Cultura, organização social responsável pela gestão da Escola de Música do Estado de São Paulo - EMESP Tom Jobim, Projeto Guri Santa Marcelina e Theatro São Pedro.

Sobre a Amigos da Arte

A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão dos teatros Sérgio Cardoso e de Araras e diversos programas de difusão cultural e economia criativa, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo difundir a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 17 anos, a entidade desenvolveu 12 mil ações culturais, atingindo mais de 25 milhões de pessoas.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso foi inaugurado em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Na ocasião, foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do teatro.

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