12/02/2019 - Sons d’Oeste (Espetáculo) Trupe Benkady /SP


Dança e música tradicional da região da Guiné-Conacri serão apresentadas no Sesc Belenzinho de 14 a 16 de fevereiro de 2019, quinta a sábado, às 20h, no espetáculo Sons d’Oeste, da Trupe Benkady e na oficina Danças Africanas, no dia 13 de fevereiro, quarta, às 20h . Tanto espetáculo como oficina acontecem no Átrio (área de convivência) da unidade.

Sons d’Oeste é uma conversa entre os ritmos e movimentos tradicionais da cultura mandingue, com ênfase nas etnias Malinké, Baga e Sussu, da região da Guiné-Conacri, reconhecida mundialmente por seus balés. Com dança e música tradicional, o trabalho traça, sob a ótica deste povo do oeste africano, um cenário das situações sociais mandingues, dentre as quais algumas também são encontradas no Brasil, revelando as grandes semelhanças existentes ainda nos dias de hoje entre a cultura brasileira e uma de suas culturas de origem, a cultura africana.

A dança é inspirada nos rituais cerimoniais dos povos da Guiné. Na cultura dessa região, a música e a dança fazem parte do cotidiano, havendo danças, cantos e ritmos específicos para cada ocasião social como batismos, iniciações, casamentos, trabalho no campo.

Foto: Beatriz Varella

Sons d’Oeste 
Trupe Benkady

SERVIÇO

Data: 14 a 16 de Fevereiro de 2019.
Horário: Quinta a sábado às 20h.
Local: Sesc Belenzinho - Átrio (área de convivência)
Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho
Recomendação etária: Livre.
Duração: 60 minutos.
Ingressos: Gratuito, sem retirada de ingressos.

Ficha Técnica
Concepção: Flávia Mazal e Hiles Moraes.
Direção Coreográfica e Cênica: Flávia Mazal.
Direção musical: Hiles Moraes.
Dançarinos: Flávia Mazal, Rafael Rodrigues, Nathalia Freitas, Ton Moura e Vitor Diaz.
Músicos: Hiles Moraes, Leandro Santos, Rogerio Nascimento, Rharo Pitelli.

SOBRE A TRUPE BENKADY

A Trupe Benkady é um coletivo paulistano que apresenta um repertório de danças e ritmos dos balés tradicionais do oeste africano, tendo como base a música Malinké e Sussu.
Flávia Mazal é pesquisadora da cultura Mandingue, já coreografou releituras das danças tradicionais dos balés da Guiné Conacri. A essência da Trupe é mostrar um universo milenar da dança para o público.

 

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