24/09/2021 - 5 técnicas da abordagem somática do corpo na dança para incorporar na sua vida


1) "Ritmo de Noyes"

A fundadora: Florence Fleming Noyes foi um membro proeminente do movimento de dança livre do início do século XX. Ela buscou padrões na natureza, desde o desabrochar de uma folha até a formação de nuvens, para entender melhor o funcionamento do corpo. Noyes também enfatizou o repouso profundo, a desaceleração e a improvisação ao ar livre para atingir a "sensibilidade", sua ideia de vivacidade.

É para você? Isso é ideal para quem deseja conectar o interior com o exterior, junto com a chance de dançar livremente após explorações somáticas.

2) "Shin Somática"

A fundadora: Sondra Fraleigh, professora emérita de dança na SUNY Brockport, é certificada em Feldenkrais e terapia craniossacral, e também traz um extenso estudo de liberação miofascial, comunicação eficaz, butoh, ioga e meditação Zen.

“A unidade do corpo e da mente orienta nosso trabalho”

É para você? Shin Somatics funciona bem para aqueles que desejam variedade.

3) Consciência Cinética"

O fundador: Coreógrafo e cineasta Elaine Summers, um membro fundador do Judson Dance Theatre, foi um defensor da escuta profunda do corpo e um estudante da lenda somática Carola Speads.

Os alunos podem começar focalizando uma parte do corpo, explorando todo o seu potencial em uma sessão de movimento livre. A Consciência Cinética às vezes é conhecida como "o trabalho da bola", porque uma classe pode incluir bolas de tamanhos variados. "As bolas não são usadas apenas como adereços, mas como auxiliares táteis e sensoriais", diz a professora mestre Jill Green. "Nós pressionamos a bola e pensamos na bola como parte do nosso corpo."

É para você? A Consciência Cinética é para quem deseja uma prática sutil, gentil e informativa, respeitando a inteligência intrínseca do corpo. “O conceito de deixar meu corpo esticar-se criou uma profunda conexão comigo mesma como artista”, diz Johanna Meyer, que traz conceitos de Consciência Cinética em sua popular aula de Pilates para dançarinos na Movement Research.

4) "IMAGE TECH para dançarinos

O fundador: Durante seu tempo ensinando na Juilliard, Alexandra Wells criou IMAGE TECH para dançarinos. 

O que a aula envolve: A prática usa imagens e instruções táteis para iniciar direções energéticas, fazendo com que os grupos musculares se ativem, estabilizando a estrutura esquelética e proporcionando espaço para maior mobilidade. O objetivo é conectar os pontos em pé. 

É para você? IMAGE TECH pode ser usado como um ajuste de pré-classe. "A combinação de direção e imagens me ajuda a me engajar adequadamente", diz Leslie Andrea Williams, da Martha Graham Dance Company. "Eu entendo como meu corpo funciona e sinto o apoio de que preciso nas minhas costas."

5) "Técnica Topf / Anatomia Dinâmica"

O Fundador: O trabalho seminal de Nancy Topf com seus colegas ajudou a levar ao desenvolvimento da Técnica de Liberação Anatômica. Após intenso estudo com Barbara Clark, Topf desenvolveu seu próprio método.

O que a aula envolve: "A visualização muda a direção de nossos pensamentos e leva à consciência de nosso centro", escreveu Topf em The Anatomy of Center. Antes e depois de dar uma olhada de perto no foco anatômico do dia, como o músculo ou o diafragma, a aula oferece um tempo para explorar. O trabalho de Topf é em partes poético e preciso, pois os alunos trabalham para internalizar o conhecimento anatômico.

É para você? Esta é uma ótima aula para artistas que desejam entender melhor a anatomia e mover-se a partir dessas informações.

Fonte: dancemagazine.com




 

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